sábado, 31 de Outubro de 2009

O Encontro Regional JMV da Zona Sul, será no próximo dia 22 de Novembro em Santiago do Cacém.

O encontro regional é uma excelente oportunidade para partilhar vivências em região, conviver com diversos centros locais e dar a conhecer a JMV aos elementos mais novos.

Este ano, teremos também a oportunidade de aprofundar o sentido de missão!


O encontro terá o seguinte programa (sujeito a alterações):

9h00 – Acolhimento
9h30 – Apresentação do tema e dinâmicas
10h30 – Ensaios da Eucaristia
11h00 – Eucaristia
12h30 – Almoço e Convívio
14:00 – Trabalho em comunidades - Testemunhos de missão
16h30 – Plenário
17h00 – Oração de envio e Despedida


É necessário levar para o encontro:
- Almoço partilhado
- Bíblia e cancioneiro
- Instrumentos musicais (quem tiver)
- Coração aberto e disponível


Da mesma forma do ano passado e devido à distância do centro local do encontro, o Conselho Regional está a tentar disponibilizar transportes para todos.
Aproveitem a oportunidade!

Sociedade de S. Vicente de Paulo " Conferências Vicentinas - Em Portugal há 150 anos


Toda a gente, ou quase, já ouviu falar da conferências vicentinas ou conferências de São Vicente de Paulo. Quando nasceram, onde estão implantadas e o que fazem, perguntará muita gente.
Como uma chama de grande brilho, A sociedade de S. Vicente de Paulo nasceu a 23 de Abril de 1833, na Igreja de Saint-Etienne, em Paris, pelas mãos de Frederico Ozanam e de seis companheiros, com o objectivo de aliviarem aqueles que sofrem, em espírito de justiça e de caridade e por um compromisso pessoal de todos os que a ela iam aderindo. Este movimento de solidariedade, conhecido mais vulgarmente por Conferências Vicentinas, irradiou por todo o mundo, movimentando milhões de pessoas, em mais de 140 países, de todos os continentes..
Chegou a Portugal a 31 de Outubro de 1859, a Lisboa, à Igreja de São Luis dos Franceses, pelas mão do P. Miel, P. Sena Freitas e Conde de Aljezur. Mais tarde chega ao Funchal (1875) a Braga (1877), e ao Porto (1879). A partir daí, espalhou-se por todas as Dioceses, estando presente, actualmente, em muitas paróquias, onde, no silêncio e com generosidade procuram devolver a esperança aos pobres, amando-os e testemunhando-lhes que eles são particularmente amados por Deus e ajudando-os a valorizarem as suas próprias potencialidades. 
Todos os anos, no último domingo de Outubro, a Sociedade de São Vicente de Paulo celebra o seu dia. E, este ano, em Portugal, é dia de Jubileu: 150 anos a fazer o bem.
Nos tempos que correm, ninguém pode delegar em ninguém o amor aos mais necessitados. Hoje, como sempre, o pobre é uma pessoa que grita por justiça, por amor e por solidariedade, e quem deixar de ouvir este grito está cada vez mais insensível ao próprio Deus. A causa dos pobres não tem prazo, é de todos os dias.
Desconheço a data da 1ª Conferência Vicentina na Diocese de Portalegre e Castelo Branco. Certamente, desde quase os primórdios da sua chegada a Portugal. Está presente e activa em muitas paróquias, desenvolvendo uma acção notável no serviço do próximo. A Assembleia comemorativa desta efeméride será celebrada pelo Conselho Central da nossa Diocese e pelas suas Conferências, no dia 8 de Novembro, em Ponte de Sor, no Centro Paroquial. Nesta paróquia, existe desde 21 de Julho de 1956, uma Conferência Vicentina, cujo patrono é São Francisco de Assis.
Celebrar 150 anos, pode parecer “coisa” em desuso. Falar em Conferências Vicentinas, pode trazer à memória ideias feitas, tais como “caridadezinha”, “não ter mais que fazer” e outras, do mesmo género. Se nos dermos ao trabalho de “ver com olhos de quem quer ver”, descobriremos que muito é feito e há a fazer. 
A este propósito, disse João Paulo II: “Vicentinos, tende bem presente que não sois assistentes sociais, o vosso trabalho é aquele que os homens não querem fazer, dar amor a quem dele precise, dar carinho ^às crianças e aos idosos, ser sal da terra, anunciar a Boa Nova e promover os carenciados no vosso meio. Não esqueçais que, neste princípio de século e milénio, as duas grandes carências que mais atormentam a humanidade são a solidão e a falta de cultura, são elas a mãe de todas as desgraças de que o homem de hoje mais sofre”.
Frederico Ozanam “queria abraçar o mundo numa rede de caridade”. Hoje, o desafio continua: é preciso sangue novo (foram jovens universitários, os fundadores), são necessários mais braços e mais boas vontades para continuar “ o incêndio da caridade” e dar resposta urgente aos velhos e novos desafios que vão surgindo. 

P. Agostinho Sousa
Fonte: Diocese de Portalegre-Castelo Branco

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Inicio de Actividades 2009/2010 - Coragem pessoal! ainda agora começou!

Vamos lá dar continuidade ao que nos propusemos... convidar outros jovens... então a partir de segunda feira serão disponibilizados uns convites para entregarmos aos nossos colegas que frequentam a catequese!


domingo, 18 de Outubro de 2009

Encontro | 4.º Sábado - Caridade



No próximo Sábado, dia 24 de Outubro, como combinado para os 4.ºs Sábados do mês, é dia de fazer Caridade.


Assim, encontramo-no às 16 h no centro paroquial, para que possamos caminhar para os que mais precisam de nós e desenvolver este tema importante "Caridade e Missão".


MOSTRA QUE ÉS CRISTÃO | DIA MUNDIAL DAS MISSÕES



Este fim de semana é muito rico ao invocar temas fundamentais da nossa fé cristã: Dia Mundial Missionário (18 Outubro) - e Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (17 Outubro). Estes temas levam-nos a levantar a cabeça e a ver o mundo como uma família que precisa da Boa Nova de Cristo e da solidariedade de todos. Viver neste mundo apenas a pensar na nossa felicidade, indiferentes aos que sofrem e aos mais pobres, não é marca cristã! Daí a Encíclica do Papa “A Caridade na Verdade”.

Por isso, especialmente nestes dias 17 e 18, mostra que és cristão. Participa na Eucaristia e alimenta-te de Cristo para O anunciares.
Participa activamente no Apostolado da Igreja, quer na Campanha contra a Pobreza, quer organizado nos Grupos da Acção Católica ou outros, quer em Grupos Missionários, quer em Grupos de Acção Social, etc… No mundo continuam a crescer os que não conhecem a Boa Nova de Cristo. O número de pobres no mundo chegou aos mil milhões.

As estruturas da sociedade precisam de cristãos militantes que proponham a justiça, a rectidão, a verdade, a solidariedade, a paz… Não podemos ficar indiferentes. Cristo quer a tua ajuda para amar, como tantas vezes cantamos. Não te importes da raça nem da cor da pele. Ama a todos como irmãos e faz o bem. Ao que sofre e ao triste, dá-lhe amor… Ao humilde e ao pobre, dá-lhe amor.

Todos, pelo Baptismo que recebemos, somos enviados a colaborar com Cristo, na construção deste Seu Reino. É o que nos vem recordar o Papa neste dia com a sua mensagem: É necessário renovar o compromisso de anunciar o Evangelho, fermento de liberdade e progresso, de fraternidade, união e paz. A tarefa de evangelizar todos os homens constitui a missão essencial da Igreja – tarefa e missão que as vastas e profundas mudanças da sociedade actual tornam ainda mais urgentes.

O Papa, Pastor da Igreja Universal chama-nos a contagiar com o “espírito do Evangelho” esta sociedade que precisa de mudar, promovendo a dignidade das pessoas e das instituições.

Na sua encíclica “Caridade na Verdade”, Bento XVI propõe um desenvolvimento humano integral adequado ao nosso tempo que implica mudanças de atitudes e de estilos de vida. A economia tem de tomar um rumo diferente.

A justiça diz respeito a todas as fases da actividade económica e deve incluir formas de distribuição. O lucro é útil se, como meio, for orientado para um fim que lhe indique o sentido e o modo como o produzir e utilizar.

A vida económica tem várias dimensões, e em todas elas tem de estar presente o princípio da reciprocidade fraterna. Esta não pode estar apenas reservada para a “economia da gratuidade” ou para a “economia social”. Tem de estar presente em todas as componentes do sistema económico: estado, mercado e sociedade civil. São necessárias mudanças no próprio conceito de empresa. Os gestores não têm que prestar contas somente a quem nela investe e a maximização do lucro do capital não pode ser o único critério de desempenho. A empresa tem (deve ter) uma responsabilidade social.

P. Batalha


Fonte: Farol de Luz

Liturgia de Domingo, 18/10/2009



A liturgia do 29º Domingo do Tempo Comum lembra-nos, mais uma vez, que a lógica de Deus é diferente da lógica do mundo. Convida-nos a prescindir dos nossos projectos pessoais de poder e de grandeza e a fazer da nossa vida um serviço aos irmãos. É no amor e na entrega de quem serve humildemente os irmãos que Deus oferece aos homens a vida eterna e verdadeira.
A primeira leitura apresenta-nos a figura de um “Servo de Deus”, insignificante e desprezado pelos homens, mas através do qual se revela a vida e a salvação de Deus. Lembra-nos que uma vida vivida na simplicidade, na humildade, no sacrifício, na entrega e no dom de si mesmo não é, aos olhos de Deus, uma vida maldita, perdida, fracassada; mas é uma vida fecunda e plenamente realizada, que trará libertação e esperança ao mundo e aos homens.
No Evangelho, Jesus convida os discípulos a não se deixarem manipular por sonhos pessoais de ambição, de grandeza, de poder e de domínio, mas a fazerem da sua vida um dom de amor e de serviço. Chamados a seguir o Filho do Homem “que não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida”, os discípulos devem dar testemunho de uma nova ordem e propor, com o seu exemplo, um mundo livre do poder que escraviza.

Na segunda leitura, o autor da Carta aos Hebreus fala-nos de um Deus que ama o homem com um amor sem limites e que, por isso, está disposto a assumir a fragilidade dos homens, a descer ao seu nível, a partilhar a sua condição. Ele não Se esconde atrás do seu poder e da sua omnipotência, mas aceita descer ao encontro homens para lhes oferecer o seu amor.




Participar da mesa do Senhor significa beber e partilhar o cálice de Jesus, é-nos explicado hoje no Evangelho. Jesus, ao aceitar o Seu cálice, salvou-nos, colocando-Se inteiramente ao serviço de Deus e dos Homens. Se, realmente, desejamos beber do seu cálice, devemos também colocar-nos nas suas mãos, prontos para o sacrifício da própria vida pelos irmãos. É esta a lógica cristã do serviço, contra toda a ambição, pecado ao qual os apóstolos não estavam imunes. Foi devido à solidariedade única do Salvador para com as nossas fraquezas que Ele se tornou Sumo Sacerdote e único mediador entre Deus e nós, como atesta a Carta aos Hebreus, que hoje continuamos a escutar. E foi por isso que, ressuscitado, Cristo adquiriu a descendência duradoura de que nos dá conta a primeira leitura.

Fonte: Farol de Luz

A caminho

sábado, 10 de Outubro de 2009

Liturgia de Domingo, 11/10/2009


A liturgia do 28º Domingo do Tempo Comum convida-nos a reflectir sobre as escolhas que fazemos; recorda-nos que nem sempre o que reluz é ouro e que é preciso, por vezes, renunciar a certos valores perecíveis, a fim de adquirir os valores da vida verdadeira e eterna.

Na primeira leitura, um “sábio” de Israel apresenta-nos um “hino à sabedoria”. O texto convida-nos a adquirir a verdadeira “sabedoria” (que é um dom de Deus) e a prescindir dos valores efémeros que não realizam o homem. O verdadeiro “sábio” é aquele que escolheu escutar as propostas de Deus, aceitar os seus desafios, seguir os caminhos que Ele indica.

O Evangelho apresenta-nos um homem que quer conhecer o caminho para alcançara vida eterna. Jesus convida-o renunciar às suas riquezas e a escolher “caminho do Reino” – caminho de partilha, de solidariedade, de doação, de amor. É nesse caminho – garante Jesus aos seus discípulos – que o homem se realiza plenamente e que encontra a vida eterna.

A segunda leitura convida-nos a escutar e a acolher a Palavra de Deus proposta por Jesus. Ela é viva, eficaz, actuante. Uma vez acolhida no coração do homem, transforma-o, renova-o, ajuda-o a discernir o bem e o mal e a fazer as opções correctas, indica-lhe o caminho certo para chegar à vida plena e definitiva.
O calculismo comercial não pode ter lugar na nossa adesão a Cristo. O exemplo do jovem rico devia ser suficiente para nos tornar disponíveis a, interiormente, acolhermos a mensagem de Jesus. No Antigo Testamento, Salomão é um desses modelos de oração e escuta, ao implorar do Senhor a verdadeira sabedoria, preferindo-a ao ouro e à prata, no sentido de alcançar uma visão autêntica das realidades temporais. Só assim deixamos que a Palavra de Deus viva nas nossas vidas, provocando um sério exame de consciência em cada um de nós, como nos explica a Carta aos Hebreus. Que o Senhor nos ensine os Seus caminhos, a Sua opção pelo pobre; que a todos faça caminhar com rectidão e lealdade; que cada um de nós acolha o convite de Jesus seguindo-O liberto de tudo o resto.


Fonte: Farol de Luz

A Caminho